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Seleção para Bolsista PIBIC/LEGH
Convidamos as/os interessadas/os em bolsa PIBIC para trabalhar nos projetos “Políticas da emoção e do gênero na resistência às ditaduras militares no Cone Sul”, coordenado pela professora Cristina Scheibe Wolff e “Memória, relações de gênero e ditaduras: reflexões da historiografia francesa sobre o Cone Sul”, coordenado pela professora Janine Gomes da Silva, para participarem de entrevista no dia 24/07, terça-feira, às 14h, no LEGH- Laboratório de Estudos de Gênero e História. As inscrições devem ser feitas por e-mail até o dia 23/07. Caso seja necessário a entrevista pode ser feita por Skype. São 3 vagas de bolsa.INSCRIÇÃO:
Enviar e-mail para: cristiwolff@gmail.com e janine.gomesdasilva@gmail.com
Assunto: Inscrição Bolsa PIBIC.
Para se inscrever envie no e-mail uma carta breve com suas motivações para concorrer a essa bolsa.
Atividades se iniciam em 1 de agosto.Requisitos:
– Cursar história na UFSC;
– ter boa redação;
– noções de espanhol, inglês ou francês são desejáveis;
– interessar-se pelos estudos de gênero.Verifique ainda as regras no Edital http://pibic.propesq.ufsc.br/files/2018/07/Edital-PIBIC-2018-2019_Retificado_16-07-2018.pdf
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Sarau do LEGH
No dia 27 de junho, aconteceu o Sarau do Legh. O sarau multiartístico e feminista, que contou com a participação de diversas/es/os integrantes do Laboratório, aconteceu depois do último encontro do semestre do grupo de leituras do Legh, que contou com a ótima e engajada apresentação do pesquisador e historiador Jeferson Ramos.
O momento de partilhas poéticas, criativas e sensíveis começou no início da tarde com a exposição de fotografias “Dados vermelhos”, de Elaine Schmitt e Marcia Boroski, que ilustra com profundidade e sensibilidade alguns dos muitos trágicos indicadores de violências de gênero contra mulheres. Depois do grupo de leituras, celebramos o semestre e o momento compartilhando comidas e bebidas trazidas por nós especialmente para esse dia.
A partir de então, compartilhamos, entre nós, performances tradutoras de nosso percurso de leituras e vivências no Legh (e na vida) durante esse semestre: música, literatura e poesia… em récitas, leituras dramáticas e poéticas… em sons e silêncios… entre risos e lágrimas… respirações profundas e abraços e olhares de sintonia e acolhimento… nas escutas atentas, abertas e sensíveis de quem lá ouvia, nas vocalizações de Camila Durães, Michelle Páscoa, Monique Malcher, Jair Zandoná, Linaia de Vargas Palácio, Flávia Aline de Oliveira, Joana Maria Pedro… houve Medusas, “nós desatados” e desatinos, voos em astronaves, palavras de libertação, resistência, ancestralidade, desejos e afetos poetizados e rimados em muita, muita poesia, em vozes feministas e femininas, lésbicas, negras, periféricas e do Sul do mundo: Conceição Evaristo, Meimei Bastos, Thalita Coelho, Maya Angelou, Matilde Campilho e Monique Malcher. Você pode conferir as fotos do Sarau abaixo.
As atividades do Legh retornarão em 8 de agosto, quarta-feira, às 14h, com o texto de Jules Falquet “The Traffic in Women 2.0: de la economía política de la (hetero)sexualidad a la combinatoria straight”. Agende-se, participe, venha ler, pensar e discutir conosco.
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Grupo de Estudos Críticos da Branquitude do LEGH
Em maio teve início o Grupo de Estudos Críticos da Branquitude do Legh. O grupo têm a coordenação da pedagoga, educadora e pesquisadora Renata Schlickmann e conta com o apoio da psicóloga e pesquisadora Lia Vainer Schucman. Renata e Lia são pesquisadoras e autoras de trabalhos nos campos de Relações Étnico-Raciais, Letramento Racial, Estudos Críticos da Branquitude e Racismo.

Créditos do cartaz: Laíse Sousa
Temos tido a chance de começar a aprender sobre e tecer reflexões críticas da branquitude, e, de fazer reflexões sobre as diferentes manifestações do racismo e das branquitudes locais (pensadas também a partir dos debates sobre colonialismo e colonialidades, e sobre o papel da raça e do racismo no “sucesso” dos projetos coloniais e na permanência e atua
lidade das colonialidades) em diferentes territórios colonizados, com foco nas relações e intersecções entre o racismo-colonialidades (em suas diferentes manifestações e contextos) e as questões de gênero.
O grupo é aberto para quem estiver interessada/e/o nas discussões: integrantes do Legh, da UFSC, e, de toda comunidade.
Os encontros do grupo são quinzenais, nas sextas-feiras à tarde. Vem!
Agradecemos Renata e Lia, que gentilmente aceitaram o convite para coordenar e apoiar o grupo.
Agradecemos também à professora Joana Maria Pedro, ao professor Jair Zandoná e à Glenda Lunardi, bolsista do Legh, e à Laíse Sousa, artista visual e graduanda em filosofia, por todo apoio e ajuda fundamentais para que o grupo aconteça aqui.Contato: Renata Schlickman
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Grupo de Estudos em Gestão de Tempo, Tarefas e Planejamento do LEGH
Em maio teve início o Grupo de Estudos em Gestão de Tempo, Tarefas e Planejamento do Legh, coordenado por Sarah Martins Klokner, psicóloga e pesquisadora. Sarah Martins Klokner é psicóloga organizacional, formada pela Universidade Estadual de Maringá, especialista e facilitadora de grupos pela Sociedade Brasileira de Dinâmica de Grupos, Coach e Mentora pelo Instituo Holos e especialista em Gestão de Pessoas pelo Instituto Paranaense de Ensino. Atualmente desenvolve pesquisas em psicologia organizacional relacionados à gestão de tempo, tarefas e planejamento.

Créditos imagem: Calendário Abya Yala
O grupo têm nos dado a oportunidade de aprofundar as reflexões, os espaços de escuta, de fala e de partilhas dos desafios que temos tido para organizar nossa vida acadêmica – tão sonhada, batalhada e desejada por nós – de forma saudável e solidária. Através de reflexões, investigações e atividades sobre organização do tempo, temos tido a chance de aprofundar algumas ideias e práticas que nos ajudam a pensar em saídas e resoluções de desafios e atendimento de demandas a partir do conhecimento sobre nossas formas próprias e particulares de lidarmos com nosso tempo, ritmos, energia, atenção, necessidades e limites. Com atenção às particularidades de cada pessoa e de seus diferentes processos de organização, o grupo têm sido um espaço de práticas feministas de auto-cuidado, auto-respeito e tomada de consciência.
O grupo é aberto para integrantes do Legh.
Os encontros do grupo são quinzenais, nas quartas-feiras à tarde, a partir das 16h15, depois do Grupo de Leituras do Legh. Vem!
O grupo agradece à Sarah Martins Klokner e a
todas as pessoas envolvidas e o apoio que recebemos pra fazer isso no Legh: da pesquisadora Glenda Lunardi e das professoras Joana Maria Pedro, Janine Gomes da Silva e Jair Zandoná.
Contato Sarah Martins Klokner
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Reunião do LEGH – 30/05 – CANCELADA
Informamos que a reunião de leitura do LEGH prevista para amanhã está cancelada. Dessa forma, a discussão do texto da Caterina Rea será realizada no próximo encontro.
Referência:
REA, Caterina Alessandra. Sexualidades dissidentes e teoria queer pós-colonial: o caso africano. Epistemologias do Sul, Foz do Iguaçu, v. 1, n. 1, p. 145-165, 2017. Acesso: https://revistas.unila.edu.br/epistemologiasdosul/article/view/775/648
Responsável: AlissonAté breve!
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Clique na imagem para conferir as leituras em andamento do Laboratório de Estudos de Gênero e História e venha se juntar a nós todas as quartas-feiras, às 14h.
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Seleção de bolsista AT-NS / LEGH/UFSC
Convidamos as/os interessadas/os em bolsa AT para trabalhar no projeto “Políticas da emoção e do gênero na resistência às ditaduras militares no Cone Sul”, para participarem de entrevista no dia 02/04, segunda feira, às 10h, no LEGH – Laboratório de Estudos de Gênero e História. As inscrições devem ser feitas no link https://goo.gl/forms/kXBIBDUzGDNRHwEA2 até o dia 31/03. As entrevistas serão realizadas pelo Dr. Jair Zandoná e pela Profa. Dra. Cristina Scheibe Wolff (por skype).
Essa é uma bolsa de R$ 550,00 para trabalhar por 20 horas. Os trabalhos do projeto envolvem vídeos (filmagem, edição simples), transcrição de entrevistas, participação em reuniões e eventos, realização de entrevistas de história oral, leituras e discussões com a equipe de pesquisa.Requisitos:
– Ser graduado/a nas áreas de Ciências Humanas ou áreas afins
– Ter boa redação
– Interessar-se pelos estudos de gênero
– Ter conhecimentos de informática e de vídeo (alimentação de banco de dados e site, organização de dados de pesquisa, filmagem e edição)* Dúvidas eventuais sobre a seleção, escrever para jzandona@gmail.com.
* A ordem das entrevistas considerará a ordem de inscrição/envio do formulário Google.
* A norma desta bolsa pode ser lida no site do CNPq através do link: http://www.cnpq.br/view/-/journal_content/56_INSTANCE_0oED/10157/100352?COMPANY_ID=10132#rn17061
Relação das inscrições homologadas para a vaga de AT/NS e horário das entrevistas
As entrevistas acontecerão no LEGH – Laboratório de Estudos de Gênero e História, CFH/UFSC, Bloco C, 2º andar, no dia 02/04/2018.
Inscrição Horário da entrevista Monique Malcher de Carvalho 10h Isabele Soares Parente 10h15 Heitor Caramez Peixto 10h30 Anna Carolina Horstmann Amorim 10h45 Alan Silva de Aviz 11h Thais Machado 14h Publicação/Atualização 01/04/2018 às 15h
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Nota do LEGH contra o assédio e em apoio a estudantes da UDESC
O Laboratório de Estudos de Gênero e História da UFSC vem a público afirmar a importância de se apurar as denúncias de assédio e violência sexual denunciadas no dia 09 de março por estudantes da UDESC. As estudantes afirmam em nota coletiva que além de terem sofrido diversas formas de assédio e violência, continuam a sentir-se ameaçadas. Para tanto é necessário que a apuração dos fatos seja realizada de forma imediata, para que sejam esclarecidas e tomadas as medidas administrativas e penais necessárias a punir responsáveis e a restabelecer um clima de segurança para as mulheres na universidade.O assédio sexual e moral é uma forma de violência vivenciada cotidianamente por mulheres do mundo todo, colocada em evidência recentemente pela campanha #MeToo, pela qual atrizes, funcionárias do governo, jornalistas, estudantes e professoras universitárias mostraram que não se trata somente de uma violência individual, mas que estamos lidando com uma questão coletiva e política. O assédio e a violência nos atingem a todas as mulheres.
O LEGH vem trabalhando no ensino e na pesquisa com perspectiva de gênero e feminista na história há muitos anos, e sobretudo formando professoras/es e pesquisadoras/es com essas perspectivas. Compreendemos, portanto, essas questões como fundamentais para a as relações sociais, e que não pode haver uma sociedade justa sem que a equidade de gênero seja respeitada. A existência dos casos de assédio e violências de gênero dentro das próprias universidades nas quais trabalhamos mostram a importância deste trabalho de formação, e também a importância da denúncia.
Conclamamos a todas as pessoas que não deixem passar as violências sem que sejam denunciadas e apuradas.
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III edição da Jornadas do Legh inicia amanhã
Queridxs,
Amanhã começa o evento mais badaladx da UFSC. As Jornadas do LEGH, em sua terceira edição, contará com uma programação maravilhosa que pode ser acessada, para maiores informações, no site do evento: https://jornadasdolegh2018.wixsite.com/
Além disso, também temos uma página no Facebook para divulgação de notícias e outras informações acerca do evento: III Jornadas do LEGH
Para aquelxs que procuram informações mais específicas sobre as mesas redondas, conferências e simpósios temáticos, segue o link dos cadernos de resumo para acesso. Aqui vocês encontrarão a programação completa do evento: http://www.legh.cfh.ufsc.br/files/2017/09/Jornadas-LEGH-caderno-de-resumos_pages.pdf
Lembramos que ouvintes também receberão certificado e serão isentos de pagamento. Para se inscrever, basta acessar o link: https://goo.gl/forms/WqJsyiLSrRL6Qndt2
E também já está disponível o link para o pagamento dxs inscritxs no evento que irão apresentar trabalho: https://fap6.fapeu.org.br/scripts/fapeufap.pl/swfwfap434
No mais, contamos com a presença de todxs para compor a linha de frente nessas jornadas. Abreijxs.
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Lista de leituras LEGH 2018-1: Debates “fundadores” da teoria feminista II
Divulgamos abaixo a lista de leitura do primeiro semestre de 2018 do Laboratório de Estudos de Gênero e História. Todas e todos estão convidados para se juntar a nós nas quartas-feiras, às 14h, com início no dia 7 de março.
1. 14/03. FEMENIAS, María Luisa. Esbozo de un feminismo latinoamericano. Estudos Feministas, Florianópolis, v. 15, n. 1, p. 11-25, Abr. 2007. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-026X2007000100002
Responsável: Camila2. 28/03. LAURETIS, Teresa de. Tecnologia do gênero. In: HOLLANDA, Heloísa Buarque de (org.). Tendências e impasses: o feminismo como crítica da cultura. Rio de Janeiro: Rocco, 1994, p. 206-241. http://marcoaureliosc.com.br/cineantropo/lauretis.pdf
Responsável: Ana Paula3. 04/04. RICH, Adrienne. Heterossexualidade compulsória e existência lésbica. Bagoas, Natal, v. 4, n. 05, p. 17–44, 2010. https://periodicos.ufrn.br/bagoas/article/view/2309/1742
Responsável: Binah4. 11/04. HARAWAY, Donna. Saberes localizados: a questão da ciência para o feminismo e o privilégio da perspectiva parcial. Cadernos Pagu, Campinas, SP, n. 5, p. 7-41, jan. 2009. ISSN 1809-4449. Disponível em: <https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/1773>. Acesso em: 09 mar. 2018.
Responsável: Luciana5. 18/04. PATEMAN, Carole. Confusões patriarcais (cap. 3) In: ____ O contrato sexual. Rio de Janeiro. Paz e Terra, 1993.p. 38-65.
Responsável: Elaine6. 25/04. BALLESTRIN, Luciana. América Latina e o giro decolonial. Rev. Bras. Ciênc. Polít., Brasília , n. 11, p. 89-117, Aug. 2013 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-33522013000200004&lng=en&nrm=iso>. access on 09 Mar. 2018. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-33522013000200004.
Responsável: Adaiza7. 02/05. LUGONES, María. Colonialidad y género.Tabula Rasa. Bogotá – Colombia, n.9: 73-101, julio-diciembre, 2008. http://www.revistatabularasa.org/numero-9/05lugones.pdf
Responsável: Jair8. 09/05. BOUTELDJA, Houria. Raça, classe e gênero: uma nova divindade de três cabeças. Cadernos de gênero e diversidade. Vol 02, N. 02 -Jul.-Dez., 2016. https://portalseer.ufba.br/index.php/cadgendiv/article/view/20686
Responsável: Luisa9. 16/05. SEGATO, Rita Laura. Gênero e colonialidade: em busca de chaves de leitura e de um vocabulário estratégico descolonial. Trad. Rose Barboza. e-cadernos ces, 18, Universidade De Coimbra, 2012. pp. 106- 131. http://journals.openedition.org/eces/1533
Responsável: Luana10. 23/05. BACCHETTA, Paola. Co-formações/co-produções: considerações sobre poder, sujeitos subalternos, movimentos sociais e resistência. In: TORNUIST, Carmen Susana; COELHO, Clair Castilhos; LAGO, Mara Coelho de Souza; LISBOA, Teresa Kleba (Orgs.). Leituras de resistência. Corpo, violência e poder. Vol. I. Florianópolis: Editora Mulheres, 2009, 49-74. https://www.scribd.com/document/333054267/Livro-Resistencia-Corpo-e-Poder https://www.academia.edu/3786296/Co-Formações_Co Produções_Considerações_sobre_Poder_Sujeitos_Subalternos_Movimentos_Sociais_e_Resistência
Responsável: Linaia11. 06/06. REA, Caterina Alessandra. Sexualidades dissidentes e teoria queer pós-colonial: o caso africano. Epistemologias do Sul, Foz do Iguaçu, v. 1, n. 1, p.145-165, 2017. Acesso: https://revistas.unila.edu.br/epistemologiasdosul/article/view/775/648
Responsável: Alisson12. 13/06. ANZALDUA, Gloria. La conciencia de la mestiza: rumo a uma nova consciência. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 13, n. 3, p. 704-719, Dec. 2005. Acesso: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-026X2005000300015. Responsável: Gilmária
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ANZALDÚA, Gloria. Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 8, n. 1, p. 229, jan. 2000. ISSN 1806-9584. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/9880. Acesso em: 09 mar. 2018. Leitura para todas e todos.13. 20/06. hooks, bell. Mulheres negras: moldando a teoria feminista. Revista Brasileira de Ciência Política, Brasília, n. 16, p. 193-210, Jan. – Abr. 2015. http://www.scielo.br/pdf/rbcpol/n16/0103-3352-rbcpol-16-00193.pdf
Responsável: Michelle14. 27/06. COLLINS, Patricia Hill. Aprendendo com a outsider within: a significação sociológica do pensamento feminista negro. Sociedade e Estado, Brasília, v. 31, n.1, p. 99-127, Jan. – Abr. 2016. http://www.scielo.br/pdf/se/v31n1/0102-6992-se-31-01-00099.pdf
Responsável: Jeferson15. 04/07. FALQUET, Jules. The Traffic in Women 2.0: de la economía política de la (hetero)sexualidad a la combinatoria straight. Publicado em francês em: Bidet, Annie, Galerand, Elsa, Kergoat, Danièle (coords.), 2016, Cahiers du Genre, n° especial “Actualidad del feminismo materialista”. https://julesfalquet.files.wordpress.com/2010/05/trad-esp-traffic-in-women-ii-77777779.pdf
Responsável: Gabriel

